Na melhor das hipóteses, uma carta de apresentação pode ajudar alguém que procura trabalho a se destacar da multidão. Na pior das hipóteses, pode fazer com que um candidato promissor pareça pouco criativo. Infelizmente, a grande maioria das cartas de apresentação mostram a mesma coisa: re-apresentações de um currículo que falam mais do mesmo. Você leria uma dessas até o final? Provavelmente não – e os recrutadores tampouco!

É claro que a internet está cheia de dicas e tutoriais sobre como fazer isso, mas são poucos os que oferecem informações de fato úteis, que fujam do óbvio. “ATENÇÃO COM A GRAMÁTICA!” – Sério?

Então nós da Meu Entrevistador estivemos pensando sobre como trazer dicas e técnicas que nos serviram ao longo dos anos. Trouxemos seis dessas regras de ouro para escrever uma carta de apresentação que o recrutador de fato QUEIRA LER até o final!

 

 

1) Não repita o seu currículo

Muita gente escreve cartas de apresentação como se quisessem traduzir o currículo em parágrafos. O fato é que sua carta e apresentação estará anexa ao seu Currículo. Então é muito importante não se repetir. Ao invés disso, use a carta de apresentação para mostrar personalidade, curiosidade e um interesse genuíno sobre o campo que você quer trabalhar.
Minha dica favorita: pesquise sobre a empresa que você está aplicando e levante fatos interessantes – históricos – para sua carta de apresentação.

Aqui, trabalhamos com exemplos por que dica boa é dica aplicada:
Se eu estivesse procurando por um trabalho na área de tecnologia, eu quero comentar sobre o quão intrigante é o fato de a lei de Moore estar transformando a tecnologia diante dos meus olhos, e o quão fascinado estou por ser parte disso.
Não sabe o que é a Lei de Moore? Google!
Se estivesse aplicando para um trabalho na área de moda, eu posso comentar sobre como a moda está se transformando desde os anos 80 – e o que isso quer dizer. Tudo tem uma história por trás. Use isso para demonstrar expertise e interesse.

Como já comentamos em um dos muitos vídeos da MeuEntrevistador: o bom vendedor é o bom contador de histórias.

2) Seja breve

MENOS É MAIS. Três parágrafos, no máximo. Metade da página, estourando. Pare de ocupar todo o espaço da carta simplesmente se apresentando e vá direto para algo criativo, faça conexões com fatos interessantes da área que você se interessa e traga algo interessante de se ler.

3) Não dirija a carta à ninguém

Muitas vezes, você não sabe exatamente para quem você deveria estar endereçando sua carta. Então, abra com uma chamada genérica – “Caro recrutador,” ou “Caro gestor da vaga,” ou “A quem possa interessar˜. Se você absolutamente não sabe a quem você deveria direcionar essa carta, não direcione para ninguém. Ao invés disso, pule pra parte mais suculenta dessa carta – as fascinações que você tem pela empresa ou pela área que está aplicando.

4) Mande em PDF

Nem todo computador do escritório consegue abrir docs ou arquivos em .pages, mas virtualmente qualquer um pode abrir um PDF sem fazer qualquer conversão. Ter que converter um arquivo para acessá-lo é péssimo por duas principais razões: Primeiro, eles podem não querer converter e simplesmente ignorar sua carta. Segundo, conversões podem se traduzir em erros de formatação. Ambos são ruins. Péssimos, na verdade.

Com o PDF, você tem certeza que qualquer um pode abrir e as formatações não serão distorcidas. PDF neles!

5) NUNCA use a seguinte frase para introduzir

“Meu nome é _____, e eu estou aplicando para a posição de ______.”
ELES JÁ SABEM DISSO! E você vai soar inexperiente, ou ingênuo. Nenhum dos dois é bom.

 

 

Dominou a carta de apresentação e agora precisa se preparar para sua entrevista?
Que tal se preparar com o Vice Presidente de Supply Chain da Unilever?

Acesse: https://www.meuentrevistador.com.br

E descubra esse e mais 100 gestores que dão dicas sobre abordagens e perguntas feitas em entrevistas de emprego.

Leave a comment